Cinco e quinze. Pego a bike e reviso tudo mais uma vez... Cãmaras, bomba, remendo, cola,,, sacador de pino de corrente e o canivete alley. Calço a sapatilha e levo a bike para fora. Garôa fina! Lembro-me do papo no telefone com o Pegorini ontem à noite, ao me despedir, confirmo "então 6 horas no posto? Chova ou caia água?
Sigo com cuidado pela rua escura ainda, molhada... Vou sem forçar o ritmo, pois fazem alguns dia já que estou com o cocsis (é assim mesmo?) doído. Ontem mesmo passei o dia abaixo de paracetamol.
Chego no posto e em poucos minutos surge o Paulo. Finalizamos os preparativos e seguimos pelas rua molhadas, agora com chuva de verdade.
Primeira subida - Inácio Lustosa, pronto começou a incomodar, sigo muito lento com receio de que piore. Alcanço o Paulo no descidão da Martim Afonso. Nova subida e novo desconforto... Fico para trás de novo. Nova descida e já não enxergo o Paulo. Consigo alcançá-lo no Parque Barigui. Passo por ele e brinco "vamos lerdeza"...
Subida da Faculdade Espírita já na BR 277. Aí encrencou de vez... Paulo sumido para a frente e eu com muita dor. Paro e não consigo nem sentar no ponto de onibus. É uma dor assim como se tivesse caido e batido a bunda. Só que não bati!
Chamo o Paulo no celular e nada... Olho para a estrada a frente e nem sinal, deve estar longe penso.
Decido voltar. A dor é tanta que chego ao Posto Petropark, paro e peço para chamarem um táxi.
Acabou o treino para mim, aliás nem tinha começado... Em alguns minutos chega o Pegorini de volta. Explico a ele e volto frustrado para casa.
Mau dia!
Meu amigo todos temos maus dias!
ResponderExcluirMas não são esses dias que nos vão fazer desistir!
O próximo será melhor!
Beijo